Opraki
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Um garoto chegou em casa e disse pro pai:
- A professora mandou fazer uma frase sobre economia e eu não sei nada disso.
- Não se preocupe meu filho, vou te explicar de uma maneira bem simples,olhe:
- Eu, que trago o dinheiro pra dentro de casa, sou o CAPITALISMO;
- Sua mãe, que administra tudo, é o GOVERNO;
- Nossa empregada, que faz o trabalho pesado, é a CLASSE OPERÁRIA;
- Seu irmãozinho, o bebê, é o FUTURO DA NAÇÃO;
- Você é o POVO.
Então, o garoto inteligentemente foi dormir pensando em tudo aquilo.
Quando era mais ou menos umas três da madrugada, o irmãozinho começou a chorar.
O garoto então acordou e viu que o bebê estava todo sujo de cocô.
O menino foi ao quarto dos pais e lá estava a mãe dormindo.
Apesar de chamá-la com insistência, a mãe não acordava, pois dormia profundamente.
Então foi ele procurar o pai pela casa e viu que ele estava no quarto da empregada, ‘afogando o ganso’.

No outro dia tirou nota máxima em seu trabalho com esta frase:

‘O FUTURO DA NAÇÃO ESTÁ NA MERDA, PORQUE ENQUANTO O CAPITALISMO F*DE COM A CLASSE OPERÁRIA, O GOVERNO DORME, IGNORANDO OS APELOS INSISTENTES DO POVO.’

 




Produtividade Marginal do Trabalho
Parece que a história é verdadeira: um economista brilhante terminou o seu PhD e foi contratado para trabalhar na UPenn. Depois de alguns anos de produção excelente, foi convidado para trabalhar em Princeton. Passado um tempo em Princeton, e mantida a produção, o chefe do Departamento de Economia da UPenn começou uma negociação para trazer o brilhante professor de volta. Conversa vai, conversa vem, eles acertam os termos de um novo contrato.

Primeira cerimônia dos professores da UPenn e o reitor da universidade está presente. No meio do jantar, o reitor resolve fazer um discurso a respeito dos progressos da universidade, e diz que "está muito feliz, já que o professor Fulano De Tal decidiu deixar Princeton para se juntar a nós, e isto demonstra a nossa capacidade acadêmica..." O novo professor, convidado a falar, responde seco:

"Dado que o reitor está feliz por ter me trazido de volta, só posso concluir que estou perdendo dinheiro, já que, depois de negociado o novo salário, ele deveria, no máximo, ser indiferente entre eu estar aqui ou na minha antiga universidade..."

 

Os economistas, como vocês sabem, se expressam num dialeto pouco compreensível para um cidadão comum.
Outro dia, em Brasília, convidado para uma festa dessa gente, eu quase solicitei um tradutor.
Em meio aos comes-e-bebes, observei um clássico economista "galinhando" as mulheres presentes ou, como ele preferia dizer, "especulando no mercado feminino de opções".
Vi quando ele se aproximou de uma economista do IBGE e disse-lhe, galanteador:
- Sabe que você é o melhor investimento dessa festa?
Ela virou-se para o coleguinha e respondeu entre séria e surpresa:
- Se você está procurando aplicações de curto prazo, pode reduzir seus gastos de palavras. Sou uma mulher de renda fixa!
O rapaz considerou que deveria aumentar seu capital de risco:
- Gosto de mulheres assim. Oferecem mais segurança. Essas palavras só garantiram sua valorização.
A mulher, nervosa, remexeu uns papéis na bolsa e subscreveu um lote de desconfiança:
- Quer dizer que minha cotação não caiu?
O economista sorriu, um sorriso cheio de superavit:
- Pelo contrário. Eu já não consigo conter a inflação dos meus sentimentos...juro!
- De quanto?
Ele cochichou-lhe qualquer coisa no ouvido e ela arregalou os olhos.
Com certeza, há tempos não encontrava um homem oferecendo taxas tão altas.
Insegura, oscilando como as variações da TR, ela permaneceu em silêncio e ele foi em frente, decidido a obter seu ganho.
- Você parece triste, em déficit com a vida. Seu IBV médio está em baixa?
- Claro. Há um grande desequilíbrio entre a oferta e a procura - disse ela - os homens não parecem interessados em aplicações a longo prazo. Além disso, sofri uma queda e tive um corte no orçamento.
O homem achou que era o momento de iniciar uma promessa de vendas:
- Escuta. Porque não saímos daqui? Vamos lá pra casa. Acho que poderemos fazer um belo programa... de ajuste fiscal.
A mulher fez uma expressão superior e respondeu por cima do ombro:
- Isso ? Muito commodities pra você...
- Ora vamos. Prometo não lhe envolver em ações ordinárias.
Enquanto ela fazia a conversão da dívida, ele aumentou os incentivos:
- Percebo, pelas projeções dos meus desejos, que temos um grande mercado futuro pela frente. Podemos até adotar um redutor.
Era o que ela precisava ouvir para que a noite rendesse dividendos e bonificações.
Ao chegarem a casa, ele, como bom investidor, não perdeu tempo e remunerou o ouvido dela com um pedido:
- Posso transferir alguns recursos líquidos?
A mulher empurrou-o.
- Você está muito ativo. Respeite ao menos minha poupança interna.
O economista, porém, não estava ali para ficar ouvindo sermões e pregões e, antes que a moça resolvesse iniciar uma negociação, que sabe-se lá quando terminaria, ele aproximou-se e disse baixinho:
- Sabe do que eu gostaria? De botar no fundão! Posso?
A moça transferiu suas ações (preferenciais) para o fundo e disponibilizou-o como um cheque ao portador:
-Pode! - Mas fez uma ressalva - Desde que o seu Pib não cresca acima
de 15% da base atual, para nao prejudicar meu budget. Ok?

 

Da série "Quantos economistas são necessários para trocar uma lâmpada?"
(Adaptados de um artigo publicado em The Wharton Journal, 21/fev./94, por Selena Maranjian, e da revista The Economist)

P: Quantos economistas da escola de Chicago são necessários para trocar uma lâmpada?
R: Nenhum. Se a lâmpada precisasse ser trocada, o mercado já o teria feito.

P: Quantos economistas da escola clássica são necessários para trocar uma lâmpada?
R: Dois. Um para assumir a existência da escada e outro para trocar a lâmpada.

P: Quantos economistas neo-clássicos são necessários para trocar uma lâmpada?
R: Depende da taxa de desemprego.

P: Quantos economistas conservadores são necessários para trocar uma lâmpada?
R1: Nenhum. A escuridão fará com que a lâmpada se troque por si mesma.
R2: Nenhum. Se a troca fosse realmente necessária, as forças do mercado já o teriam feito.
R3: Nenhum. Se o governo deixar a lâmpada em paz, ela mesmo fará todo o serviço.
R4. Nenhum. Não há necessidade da troca, pois todas as condições para o iluminamento já estão satisfeitas.
R5. Nenhum. Eles estão esperando que a mão invisível do mercado corrija o desequilíbrio na iluminação.

P: Quantos investidores são necessários para trocar uma lâmpada?
R: Nenhum. O mercado já descontou a troca.

P:Quantos economistas keynesianos são necessários para trocar uma lâmpada?
R:Todos que você puder encontrar, pois a necessidade da troca gerará mais emprego, aumentando o consumo e deslocando a curva da demanda agregada para a direita.

P: Quantos economistas do Banco Central são necessários para trocar uma lâmpada?
R: Apenas um. Ele segura a lâmpada e o mundo gira em volta dele. (sorry G. Franco)

P: Quantos economistas marxistas são necessários para trocar uma lâmpada?
R. Nenhum. A lâmpada contém em si mesma a semente da revolução que causará a troca.

P: Em geral, quantos economistas são necessários para trocar uma lâmpada?
R: Cem. Um para girar a lâmpada e noventa e nove para assegurar que todo o resto fique constante.

 

Piada do dia sobre economistas!

 


 


 


 


 


Um economista, um filósofo, um biólogo e um arquiteto estavam discutindo sobre qual seria a verdadeira profissão de Deus. O filósofo disse, "Bem, acima de tudo, Deus é um filósofo porque ele criou os princípios nos quais o homem vive".
"Ridículo", disse o biólogo. "Antes disto, Deus criou o homem e a mulher e todas as coisas vivas, de maneira inquestionável, portanto Deus é biólogo.
"Errado", complementou o arquiteto. "Antes de criar os seres vivos, Deus criou o céu e a terra. Antes da terra só havia confusão e caos", disse o arquiteto procurando justificar a profissão de Deus como arquiteto.
"Pois é.", falou o economista. "De onde vocês acham que veio o caos ?"

 

Um matemático, um economista teórico e um econometricista são requisitados para achar um gato preto, que não existe, num quarto escuro e fechado.
O Matemático fica louco tentando achar o gato que não existe e vai parar no hospício.
O Economista Teórico não consegue achar o gato preto, entretanto sai do quarto dizendo orgulhosamente que pode construir um modelo para descrever todos os movimentos do gato com grande acurácia
O Econometricista passa uma hora dentro do quarto procurando o gato que não existe e depois grita, de dentro do quarto de que pegou o gato pelo pescoço.